18 agosto, 2015

Paciência


Que vontade tive eu de me encostar a teu peito e simplesmente apreciar cada segundo de silêncio existente no ambiente. As expirações soltam-se, os batimentos cardíacos relançam-se. A química é capaz de existir. O cuidado está lá. Está aí a base de qualquer coisa
Saboreei cada momento, dei parte de mim, como queria. Como desejava dar. Senti qualquer coisa, esse qualquer coisa que me tem feito levitar neste Presente, como no meu Pretérito. A Tua presença trouxe-me paz, conforto, alegria e uma dose de carência. Dei por mim, e vi os minutos a passarem a uma velocidade tremenda. De certa forma, vi tudo e não dei conta de nada. Só vi a acumulação do número de vezes que foram ditas vamos embora daqui a 5 minutos. Quando dávamos por nós, já tinham passado 30 minutos. Mas quando foi dita a última vez, custou-me. Foi uma despedida que, apesar de saber que nos voltaremos a ver, parecia que não ia acontecer. E a verdade é que os dias têm parecido uma eternidade, porém sempre ouvi dizer que a paciência é uma virtude. Por isso, assim serei. Paciente.

4 comentários:

Pedro Sampaio disse...

Ora nem mais, ser paciente +e bom, mas até isso tem o seu limite :)

Ísis disse...

Ser paciente é das maiores virtudes.

Daniela da Costa Silva disse...

Mudei o url do blog e provavelmente os meus posts não vão aparecer no teu feed, se quiseres continuar a ver no painel tens que deixar de seguir e seguir de novo... Obrigada e desculpa pelo incómodo!

C. disse...

A espera é das piores coisas :/